sexta-feira, 12 de setembro de 2008

PARA OS LÍDERES NÃO PERDEREM O RUMO

Por Luisa Monteiro

"Um líder é alguém que sabe o que quer alcançar e consegue comunicá-lo".(Margaret Thatcher)

Na revista HSM Management nº 69, li um artigo muito interessante de Bill George, ex-presidente da Medtronic e professor da Harvard Business School, e o consultor de empresas Andrew McLean, em que eles abordavam um dos mais intrincados mistérios da gestão atual é: “Por que tantos líderes não atingem seu potencial completo ou ultrapassam a linha com comportamentos destrutivos e até antiéticos?” ou “Como líderes bem-sucedidos aprendem a reconhecer e evitar esse comportamento destrutivo?”. Para descobrir, eles entrevistaram líderes bem-sucedidos e estudaram histórias de alguns que fracassaram.
Na análise sobre os líderes malsucedidos revela-se um padrão: eles não conseguiram se liderar. Em sua jornada de liderança, esses gestores com alto potencial adotaram um conjunto de comportamentos pessoais que funcionaram temporariamente, mas não se sustentaram em longo prazo.
A boa notícia é que líderes em desenvolvimento podem cometer erros e, ainda assim, acertar o passo e continuar sua evolução. Na verdade, esses erros, especialmente os que ocorrem cedo na carreira, são altamente benéficos ao processo de aprendizado e reduzem a probabilidade de cometer erros maiores quando se chega ao poder. Se líderes novatos estiverem conscientes desses riscos e quiserem devotar tempo suficiente a seu desenvolvimento pessoal, é pouco possível que fiquem presos nas armadilhas do percurso e mais provável que perseverem e despontem como líderes autênticos.
Muitos dos entrevistados descreveram seu início profissional como a missão de um conquistador. Eles contaram que começaram a carreira com o foco em si mesmos – suas habilidades, conquistas e recompensas.
De forma surpreendente, descobriram que o papel de herói era representativo apenas de seu desenvolvimento inicial. O papel do herói –fazer proezas impressionantes, enfrentar desafios sozinho e ser reconhecido– parecia, no começo, o melhor caminho para o sucesso. Mas esse “modelo heróico” de liderança – com riscos, tentações e maus comportamentos – deve ser abandonado, segundo os pesquisadores.
Como revelaram nossas entrevistas, líderes que ultrapassam o estágio de herói aprendem a focar nos outros, ganham um senso maior de propósito, estimulam redes múltiplas de apoio e desenvolvem mecanismos para manter a perspectiva.

OS CINCO PERIGOS
Por meio de entrevistas, os pesquisadores identificaram cinco perigos da jornada do líder, ou seja, comportamentos destrutivos característicos que tendem a ocorrer no estágio de herói. Nos exemplos a seguir, os casos camuflados são de líderes reais que fracassaram em grandes empresas.

Converter-se em impostor
Impostores costumam sofrer de falta de autoconhecimento e de auto-estima, evitando a auto-reflexão e, conseqüentemente, postergando o desenvolvimento pessoal. Eles surgem nas fileiras da organização com um misto de esperteza e agressividade e usam essas estratégias para atingir posições de poder, mas têm pouca noção de como empregar esse poder para aprender a liderar. Líderes que sucumbem a essa ameaça adotam a política de ir em frente e tirar todo mundo de seu caminho.
Ao adquirirem poder, os impostores podem não saber como utilizá-lo. Eles são assolados por dúvidas sobre lidar com responsabilidades da liderança. Como sua maior força é superar oponentes internos, costumam ficar paranóicos de que subalternos estão determinados a derrotá-los. Sua inação leva a resultados pobres e cobranças externas, o que provavelmente os fará atacar seus críticos e cortá-los do feedback interno. Seus subordinados mais competentes vão procurar campos mais verdes, enquanto quem permanece na organização tende a manter a cabeça baixa.

Racionalizar acima de tudo
Esses líderes são incapazes de admitir erros, por medo de serem considerados um fracasso ou de perderem o emprego. Por sua inabilidadeem assumir a responsabilidade por derrotas e fracassos, eles afastam racionalmente seus problemas. Os racionalizadores sempre parecem estar acima dos problemas. Quando as coisas não acontecem como previram, tendem a culpar forças externas ou subordinados, ou a oferecer respostas fáceis aos problemas. Pior ainda, eles podem tentar encobri-los ou negá-los.
Como os racionalizadores acham que estão diante de desafios mais importantes, eles transmitem a pressão a seus subordinados em vez de modulá-la. Quando essa pressão falha em produzir os resultados desejados, eles lançam mão de estratégias de curto prazo a fim de atingir metas imediatas. No final, essas ações acabam complicando sua vida. Eles então tendem a emprestar do futuro para melhorar os números atuais ou a adulterar regras de contabilidade, julgando que elas se consertarão no final do ano.
Os crimes dos racionalizadores se tornaram muito aparentes em anos recentes. Os altos preços de ações nos anos 1990, baseados em expectativas cada vez mais elevadas de crescimento de receita, levaram muitos executivos a ir ao encontro das expectativas do mercado de ações enquanto sacrificavam o valor de longo prazo de suas empresas e a própria reputação.

Buscar a glória
Líderes que procuram a glória são motivados pela necessidade de aplausos. A ameaça de quem busca a glória se origina da necessidade de obter reforço externo para seu amor-próprio. Dinheiro, fama, glória e poder são suas metas, já que eles perseguem a aparência do sucesso. Freqüentemente parece que é mais importante para eles serem conhecidos como poderosos do que construir organizações de valor duradouro.
Para um líder preso na armadilha da busca pela glória, entretanto, a sede de fama é insaciável. Líderes perpetuamente insatisfeitos não conseguem ser eficazes e tendem a desviar recursos da empresa em benefício próprio.

“Os líderes impostores tendem a não saber como usar o poder. Têm muitas dúvidas e ficam paranóicos com os oponentes”.

Encarnar o lobo solitário
Na etapa heróica, é perigoso pensar que a liderança é uma perseguição solitária.
Quando os líderes adotam o papel de lobo solitário, evitam relacionamentos estreitos, não buscam mentores e não criam redes de apoio. Conseqüentemente, são privados do feedback apropriado.
Em um mundo competitivo, no qual líderes são avaliados por seus méritos, é lógico que aspirantes a líderes cuidariam de desenvolver recursos próprios, preservar suas idéias e confiar apenas no próprio julgamento. Sozinhos, tendem a cometer erros maiores. Caem na armadilha de auto-reforço. Quando os resultados os desiludem e as críticas a sua liderança crescem, recuam para o bunker. Tornam-se rígidos ao perseguir os objetivos, não reconhecem que é seu comportamento que torna impossível atingir as metas. Enquanto isso, a empresa descarrila ou sua vida pessoal se esfacela.

Ser uma estrela fugaz
Líderes que caem nessa armadilha se concentram totalmente na carreira e sofrem muito com a falta de uma vida integrada. Viajam incessantemente. E é raro que tenham tempo para a família, para os amigos ou para si mesmos. O sono e exercícios são continuamente adiados. Quanto mais correm, mais seu estresse aumenta. A aceleração da vida nas empresas, alimentada pela tecnologia da informação, globalização e hipercompetição, cria uma demanda crescente por pessoas talentosas interessadas em correr na pista expressa.
Apesar de estrelas fugazes se moverem tão rapidamente na carreira, nunca têm tempo para aprender com seus erros. Depois de um ano ou dois em qualquer emprego, estão prontas a ir adiante, antes de se confrontar com os resultados de suas decisões. Quando
vêem os problemas que causaram voltando para assombrá-las, sua ansiedade aumenta, assim como a urgência de mudar para um novo cargo ou outra empresa. Um dia chegam ao topo, sobrecarregados por um conjunto insolúvel de problemas. A essa altura, tendem a tomar decisões impulsivas ou até irracionais e não têm uma estrutura que permita superar os problemas de forma racional. No final, as estrelas fugazes invariavelmente se apagam.

A LIÇÃO É APRENDER
Ninguém está imune às seduções ou às pressões de liderança que criam tais comportamentos destrutivos. Quando iniciam esse processo de aprendizado, eles primeiro se fazem cinco perguntas fundamentais:
- Quem sou, isto é, quais são meus pontos fortes e minhas necessidades de desenvolvimento?
- O que me motiva a liderar?
- Qual é o propósito de minha liderança?
- Em quem realmente posso confiar para obter feedback e apoio reais?
- Como posso me sustentar no papel de liderança?
Respostas honestas a essas questões permitem ao indivíduo evitar e superar as ameaças.
Não há nada errado em desejar as recompensas da liderança, contanto que elas estejam combinadas com um desejo mais profundo de servir a algo maior do que a si mesmo.

ACIMA DE TUDO, DEVE-SE MANTER A PERSPECTIVA
Ainda que o autoconhecimento possa surgir das experiências pessoais – notavelmente da experiência do fracasso–, também está disponível no entorno, desde que você seja capaz de perceber disso.
Como os líderes mantêm a perspectiva e os pés no chão? Os pesquisadores colheram
as seguintes sugestões de nossas entrevistas:
- Seja sincero consigo mesmo e ouça as críticas honestas.
- Assuma a responsabilidade pelos erros, mas compartilhe o sucesso com os outros também.
- Tenha várias pessoas diretas e francas de sua confiança por perto, para que lhe digam a verdade.
- Mantenha relações pessoais fortes com pessoas com quem você se importa.
- Fomente uma vida interior rica e um forte sentido de propósito.

A LONGA JORNADA DA LIDERANÇA
Finalmente, a responsabilidade pelo desenvolvimento da liderança cabe ao próprio líder.
Gestores corporativos que realizaram com sucesso a jornada de liderança podem ser o recurso mais adaptável e flexível de uma organização. Evitar os cinco riscos do período inicial de liderança é a primeira parte do desafio do percurso. A segunda, igualmente crucial, é encorajar o desenvolvimento de líderes com um conjunto diferente de perspectivas, capacidades e habilidades.
© Strategy & Leadership

Espero que tenham gostado do tema desta semana, considerado pela HSM Management com artigo de alta gerência.
Até semana que vem!
Se você tem alguma sugestão de temas a serem abordados no Blog ou no Site entre em contato através dos emails:
Um abraço a todos!
Luisa Leila Monteiro

1 comentários:

EboRâguebi disse...

Bom dia,

Estou deveras orgulhoso e sem palavras, que é normal nestas alturas.

Agradeço-lhe, em nome do Eboraguebi, ter aceite o nosso convite, seja Benvinda.

Cumprimentos para Todos os seus Leitores aí no Brazil, para Si e sua Família.


Team Eborâguebi

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Dia-a-Dia, por Luisa.

OS TRÊS ÚLTIMOS DESEJOS DE ALEXANDRE "O GRANDE"

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 - que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);

3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida...

A VIDA PASSA...

Se pudéssemos ter consciência de quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades de felicidade. Para nós e para os outros. No jardim, algumas flores são colhidas cedo demais. Algumas mesmo em botões. Há sementes que nunca brotam, assim como há flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Muitos de nós, cegos pela pressa, pela busca de duvidosos status e pelos tantos “compromissos” não sabem adivinhar a duração da beleza de todas as flores que foram plantadas em nosso redor. E cuidamos mal. Descuidamos de nós e dos outros. Vivemos tristes e preocupados com coisas pequenas. Nos afligimos demais com horários e perdemos tempo, jogamos fora horas e minutos preciosos. Perdemos dia, às vezes anos, quando não a vida toda.
Na maioria das vezes, calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando é hora de contemplar o silêncio. Deixamos de dar o beijo, o abraço ou o aperto de mão que tanto nossa alma pede, porque algum orgulho bobo ou um preconceito inócuo impede essa aproximação. Não confessamos amar uma pessoa do mesmo sexo porque “pode pegar mal”. Não declaramos nosso afeto porque imaginamos que o outro conhece nossos sentimentos.
Assim corre o tempo, passa a vida e nós continuamos os mesmos, fechados em nós, circunspectos, arrogantes, embrutecidos. Reclamamos aquilo que nos falta e deixamos de reconhecer e agradecer tudo o que possuímos, sempre achando que temos de menos. De outro lado, compramos, gastamos, consumimos e esbanjamos, sempre comparando nossa vida com a daqueles que julgamos serem mais felizes que nós. E se nos comparássemos com aqueles que têm menos?
Nesses pensamentos pequenos a vida passa. O tempo passa. Passamos pela vida em geral esquecidos de viver. Apenas sobrevivemos. E justamente porque não sabemos fazer coisa melhor... Não aprendemos a tirar da vida o que ela tem de melhor. Um dia, inesperadamente, acordamos, olhamos para trás e constatamos a inutilidade de tudo quanto se fez nesta vida. E perguntamos: E agora? Pode ser tarde demais. Hoje ainda se pode, quem sabe, reconstruir alguma coisa, dar um abraço, perdoar, pedir perdão, agradecer, dizer “eu te amo”. O ser humano nunca é velho ou jovem demais para amar e ser amado, e assim encontrar um sentido para sua existência. O coração do afeto não tem idade. Não vamos perder tempo olhando para trás. Vamos viver hoje, curtindo o presente com olhos fitos no amanhã. Ainda há tempo de apreciar as flores, colocar os pés no riacho, assistir um pôr-do-sol. Há tempo para nos voltarmos para Deus e para os outros. A vida, ainda que passageira, está em nós. É preciso viver bem pois, só se vive uma vez. Pior que perder a vida diante da morte é desaproveitá-la no decorrer da existência.

Antônio Mesquita Galvão
(Publicado no Recanto das Letras em 16/05/2007)

Hoje é tempo de ser FELIZ!!!

A vida é fruto da decisão de cada momento.
Talvez seja por isso, que a idéia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.
Viver é plantar.
É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existencia as mais diversas formas de sementes.
Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos.
Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe...
Para cada dia, o seu empenho.
A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que "debaixo do céu há um tempo para cada coisa!"
Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado.
As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura. Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!
Infelicidade, talvez seja o contrário.
O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo.
Sempre é tempo de lançar sementes...
Sempre é tempo de recolher frutos.
Tudo ao mesmo tempo.
Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!
Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra.
Cuidado com os semeadores que não lhe amam.
Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas. Cuidado com os semeadores que você não conhece.
Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores...
Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa. Cuidado com os amores passageiros... eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam...
Cuidado com os invasores do seu corpo... eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem...
Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar... eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena...
Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí... elas costumam estragar o nosso referencial da verdade... Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos... elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.
Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.
Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.
Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.
Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito...
A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta "que os sonhos não envelhecem..."
Vai em frente.
Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.
Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.
Isso prova que Ele ainda acredita em você.
E se Ele ainda acredita, quem sou eu pra duvidar... (?)

Padre Fábio de Melo

Por Paulo Coelho

Por Paulo Coelho
Comportamento
Gilberto de Nucci tem uma excelente imagem a respeito de nosso comportamento.
Segundo ele, os homens caminham pela face da Terra em fila indiana, cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.
Na sacola de trás,guardamos todos os nossos defeitos.
Por isso, durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos presas em nosso peito. Ao mesmo tempo, reparamos, impiedosamente, nas costas do companheiro que está adiante, em todos os defeitos que ele possui.
E julgamo-nos melhores que ele – sem perceber que a pessoa andando atrás de nós está pensando a mesma coisa a nosso respeito.

Vale a pena pensar a respeito!!!